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Essa semana mostramos a evolução de uma ilustração do Caio Monteiro e publicamos uma errata para as regras de Escaramuça. Também temos novos Microcontos!

Ilustração Passo a Passo: Finalmente temos nosso primeiro vídeo no ar com o processo de ilustração do Paladino, uma das 25 ocupações do Crônicas RPG feita pelo Caio Monteiro.
www.youtube.com/watch?v=KuV9XJBx2Jo&feature=youtu.be

Errata: Nos testes de jogo foram apontadas dificuldades por parte dos jogadores em entender o processo de perda de pontos de Vigor* em combate (Escaramuça), portanto simplificamos a contagem destes pontos. As regras novas seguem abaixo:
*Um equivalente dos ‘hit points’ dos outros RPGs.

Níveis de Ferimento: Assim que a quantidade de Vigor chegar a zero ou menos, o personagem recebe um Nível de Ferimento. Se o Vigor chegar a um valor negativo igual à Resistência ou menor, ele ganha outro Nível de Ferimento. Caso o Vigor chegue a um valor igual ou menor que o dobro do valor negativo de Resistência, o personagem é Derrotado (ver Vencedores e Vencidos).

Exemplo: Einion possui Vigor 3, portanto toma um Nível de Ferimento quando chegar a Vigor zero ou menos, outro Nível de Ferimento com Vigor -3 ou menos, e será derrotado quando o Vigor chegar a -6 ou menos.

Cada Nível de Ferimento confere -1D em todas as ações físicas, mentais e sociais. Para ajudar no seu controle, o narrador deve marcar um asterisco (*) quando alguém toma um Nível de Ferimento, assim será mais fácil aplicar estas penalidades sem se complicar na contagem de Vigor.

Todos os pontos de Vigor são recuperados no início de cada cena, pois o que ficam são os Níveis de Ferimento. Todo personagem com três ou mais Níveis de Ferimento cairá (veja abaixo).

Novos Microcontos: O Alexandre Leonardo mandou mais uma fornada de contos. Você sabia que estamos aceitando ainda contribuições do público? Quer participar? Saiba como aqui.

Alexandre Leonardo

Caçador
De sua posição estava fácil acertar cada um deles. Cada flecha era sacada com calma, apontada para baixo. Tensionava o arco mirando cuidadosamente para evitar ferir alguma folha no caminho. O olho, a flecha, e os inimigos desesperados lá no chão. Até que um alvo mirou de volta, e por traz daquele arco estava um irmão elfo com olhar fixo no seu.

Campeão
Conduziu-os à vitória mais uma vez, a coragem dele os inspirava. Mas a estratégia vêm de seus conselheiros, ele apenas as segue sem hesitar em direção aos orcs. Uma coragem confundida com estupidez. Duvidas pairam sobre ele até vê-lo de perto, lutando lado a lado, salvando, clamando reforços, bradando a auriflama.

Aprendiz
O senhor observava um jovem deitado apoiado na macieira que parecia recitar poemas para as maçãs! Recitava, sorria e pegava a próxima. Pensou que só podia ser um aspirante a bardo. “Mais um desocupado”. Decidiu ir dizer umas verdades ao rapaz, mas ele notou, fechou o livro e correu. Indignado, chutou uma maça, que esfacelou. Tinham virado barro!

Elfo
Fomos dizimados anos atrás. Ninguém lembra, mas nós lembramos. Sabemos que muitos de nós iremos morrer amanhã, pois os humanos recuam, mas nós não, porque chamamos essa floresta de “lar”. Os a-nos passam, os motivos repetem. Observamos os humanos como um pai vê o filho aprender a andar. A diferença é que caímos juntos.

Magia Constante
Todos cansados e irritados diante da porta de pedra. Nem o maior guerreiro conseguiu abalá-la, não há fechadura para o sorrateiro agir, o feiticeiro detectava um encanto ali, mas não soube explicar. Mas assim que o franzino elfo tateou a pedra uma alavanca de metal aos poucos apareceu,nela havia brilhantes gravuras em élfico

Clérigo
Matado os goblins, arrastaram o colega ferido para uma subsala daqueles túneis. Prontamente um guerreiro pegou um amuleto e pousou outra mão onde a lança havia perfurado o tombado. Conforme murmurava de olhos fechados o ar mudou, as tochas fibrilavam, então, um longo aspirar do ferido rompeu o silêncio. O guerreiro sagrado levantou-se altivo.

Mercador
“Já vi de tudo. Estou velho. Um velho, neste balcão velho. Foi aqui que compraram pão, vinho, picare-tas… Quando foram atrás dos anões. Foi aqui que compraram unguento ao voltar. Ouvi todas suas histórias, seus planos e seus lamentos com hidromel. É por isso que não vou te vender esta espada. Viva as histórias, garoto, não morra por elas.”

Goblin
Corre, corre, corre; não adianta descansar. Corre, corre, corre; os humanos vão pegar. Pára, pára, es-conde; o dinheiro vai guardar. Honra de humano não sentido é de salvar. Vida com tesouro é a regra a buscar. A astúcia dos pequenos é vantagem de invejar. Pra quê bom guerreiro se não vive pra contar.

Ferreiro
Cada gota que corria o rosto era sentida, sua respiração acompanhava o fole que agitava o fogo. Os sentidos estavam muito aguçados e cada marretada no metal rubro era precisa. “Tem que ser perfeita”, pensava. E tinha mesmo, pois ele sabia que com aquela espada um dia seu filho quebraria a maldição de sua família.

Serviçal
A vida no forte era difícil, tensa, sempre à sombra da alegre cidade qual mantínhamos a paz. Metade serviam, metade faziam as rondas, e era isso. No fundo torcia que algo acontecesse, mesmo que nos assolasse como na canção. Então em uma tarde preguiçosa e chuvosa os cavalos começaram a relinchar e os cachorros a rosnar para a mata.

Magia Vulgar
A velha entrou na vila, tinha muitas marcas no corpo e uma mochila espalhafatosa. Todos olhavam curiosos. Ela chegava de viagem cheirando mal e cansada. Foi um erro enorme o sentinela a confundir com uma pedinte tomando seu braço com força. O corpo dele caiu a metros após o clarão, e a velha agora parecia zangada.

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