Mande suas Crônicas e Microcontos

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Faltam menos de R$1.300,00 para alcançar nossa primeira meta estendida: uma crônica a ser escolhida pelo próprio público! Você tem alguma ideia de aventura?

A partir dos 21k, a cada 3k acumulados no Catarse, vamos lançar uma crônica nova depois de A Canção de Avalon, que vamos escolher junto com o público. A cada nova meta extendida alcançada vamos votar pelas melhores ideias, que já estamos aceitando pela fanpage do Facebook, lembrando que estas crônicas estarão disponíveis apenas para quem nos apoiar, mesmo na recompensa de R$20,00.

Seguem 6 ideias de crônicas que até agora devem aparecer para serem votadas: (Não é para votar agora!)

Império Partido: Com a queda de Roma e a iminente invasão das hordas do leste no séc. V d.C., um punhado de generais no norte da Europa se reúne para escolher um lugar onde os homens civilizados que fugiram da capital possam fundar uma Nova Roma.

A Cruzada Vermelha: Uma guerra ancestral entre vampiros obrigou o lado perdedor a seguir junto aos cruzados em direção ao misterioso oriente. No entanto, o desaparecimento de alguns companheiros dá a entender que uma força sobrenatural está disposta a impedí-los de tomar Jerusalém.

Fronteira Arcana: Uma torre de magia fica num plano de existência que funciona como intercessão entre outros oito mundos, cada um completamente diferente do outro. Quem decifrar seus mistérios poderá descobrir como fechar os portais para estes universos.

Caçada até a Ilha Negra: A tripulação do navio pirata sob o comando de Hakkan, o Vermelho, começa uma corrida contra outras cinco tripulações para encontrar a ilha misteriosa que guarda o tesouro do famoso Barba Negra, morto recentemente.

A Desolação de Fafnir: Baseada em ‘O Anel dos Nibelungos’, o anão Frænir assassina o próprio pai, o Rei dos Anões, e sacrifica o irmão num ritual para se tornar um dragão. Agora cabe aos heróis encontrar a mitológica espada Gram para dar cabo de Fafnir.

A Torre da Cidade dos Ladrões: Baseada no conto “A Torre do Elefante”, escrita por Robert E. Howard em 1933, a crônica começa depois da passagem de Conan pela região, destacando a luta entre as facções de ladrões pelo controle da cidade de Arenjun com a morte do feiticeiro que governava o lugar.

Tem alguma ideia de uma sinopse de crônica? Manda pra gente que ainda dá tempo de participar.

Novos Microcontos: Recebemos mais contribuições de microcontos. Agradecemos à Nicole Mezzasalma e John Heulyson pela contribuição. Quer participar? Saiba como aqui. Ainda é possível conferir outros microcontos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui,

Nicole Mezzasalma

Heroico #1
Ao mesmo tempo em que fendia os ataques de dois dos arruaceiros, o guerreiro percebeu na periferia de seu campo de visão que outros três aproximavam-se com perigo da garota. A urgência deu-lhe uma força sobrehumana, e com esforço conseguiu empurrar os malfeitores para ocupar uma posição defensiva diante da moça. Como se livraria dos cinco bandidos, no entanto, não sabia.

Heroico #2
A arqueira sabia que só tinha uma chance: o dragão já havia derrotado seus companheiros, e agora virava lentamente para encará-la. A besta sorriu, uma expressão maléfica em seu rosto escamoso, e a jovem mirou, respirando fundo. “É agora ou nunca,” murmurou, soltando a corda do arco e orando para que a seta encontrasse seu alvo.

Dramático #1
O ritual crescia em intensidade, os cânticos dos participantes mais potentes e urgentes. Desenhando um círculo no chão com a ponta de sua faca, o sacerdote sabia que era só uma questão de tempo até que suas preces fossem respondidas. Tomando sua posição no centro da roda, ele ergueu o punhal… e com um movimento rápido enfiou a lâmina na própria barriga.

Dramático #2
“Por aqui,” sussurrou o goblin, conduzindo o mercador por ruelas e becos com a determinação de alguém que conhecia bem o caminho. Parando em frente a uma porta como qualquer outra, a criatura apertou os olhos e disse: “Espero que você não se ar-rependa disso mais tarde. O preço a pagar pode ser mais alto do que imagina.”

John Heulyson

Assassino
As sombras mantinham seu corpo oculto e seus pas-sos não podiam ser ouvidos nem mesmo pelo mais atento dos ouvidos enquanto ele se aproximava do sentinela que por mais alerta que estivesse seria um alvo fácil para sua lâmina. Os olhos do guarda saltaram quando ele percebeu o invasor, infelizmente já era tarde pois com um movimento da adaga seu grito de aviso foi calado antes mesmo que pudesse ser ouvido.

Bardo
O silêncio das ruas era rompido pelo som de passos desesperados, em meio à escuridão da noite a patrulha do rei continuou perseguindo os fugitivos até encurralá-los em um beco sem saída. A audição dos guardas foi invadida pelas notas afiadas de uma harpa e a última coisa que eles lembram ter visto foi o harpista diante de seus olhos com um sorriso tranquilo nos lábios antes de caírem em um estado de sono profundo.

Serviçal
Parado ao lado da carruagem a figura do velho ho-mem aguardava a próxima ordem de seu senhor. Seus olhos fitaram o chão enquanto seu corpo se curvava em uma pesada reverência no instante em que o lorde atravessou a porta do castelo e sem uma palavra que fosse adentrou a carruagem, porém ne-nhuma palavra era necessária, afinal o servo sabia exatamente para onde seu senhor estava partindo.

Mago
A mulher caminhava calmamente pela sala focada em memorizar o que estava escrito naquele livro so-bre a escrivaninha. Era possível ver a astúcia em seus olhos estreitos, como os de uma raposa, ávidos por cada vez mais conhecimento. E aquela biblioteca estava cheia do que ela precisava.

Selvagem
O homem saltou sobre o grupo de rebeldes girando seu machado em todas as direções que era possível ao seu corpo cobrir. Gritos de dor foram ouvidos mas somente quando o jovem sentiu o doce odor ca-racterístico de sangue é que ele pode constatar com certeza que tinha alcançado seu objetivo. Em pouco tempo o campo de batalha teria se tornado um rio vermelho

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